As coisas boas da vida.
Eu já descobri o que eu gosto de fazer. Pular! Pular corda, pular na cama-elástica, jump, pular carniça, amarelinha, pular na cama, pular o córrego, pular nos braços de quem a gente ama, pular uma tarefa chata, pular... pular... pular. Aliás, eu nunca levei a chave pra faculdade, sempre pulei o portão.
Outro dia assistindo o jornal da tarde vi uma nova invenção que me encheu os olhos. Uma espécie de bomba de encher pneu de bicicleta adaptada para pulo, tipo aquele brinquedo pogobol dos anos 80, bem mais moderno, a cara da nova geração.
Falando em nova geração, anos 80, passado e futuro me dá uma leve impressão de que os anos estão passando de alguma forma para mim. O joelho as vezes grita, um músculo rabugento reclama, mas o pulo quer pular. E pula.
Outro dia ouvi dizer que quando não temos mais vontade de brincar é porque a criança foi embora de vez.
Não importa se é resquício de infância, fogo na bunda ou até maluquice, pule.
O tempo só passa para quem perde o entusiamo!


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